Pontaria calibrada

Chamando a responsa!

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Sem Tim Duncan e Manu Ginobili, machucados, a responsabilidade dos coadjuvantes do San Antonio Spurs cresceu nas últimas partidas. Timmy está fora desde 21 de janeiro, quando marcou 24 pontos na vitória sobre o Philadelphia 76ers. Nesse meio tempo, ele tentou voltar contra o Washington Wizards, no dia 2 de fevereiro, mas se lesionou novamente e agora está de molho. Ginobili tem um caso parecido. O argentino sentiu dores na coxa no duelo diante do Charlotte Bobcats e segue sendo observado pelo departamento médico texano.

Na ausência da dupla, os comandados de Gregg Popovich conquistaram quatro triunfos e perderam apenas uma vez. O retrospecto é ainda melhor se considerarmos todos os jogos em que Tim Duncan esteve contundido. Nesse período, foram sete vitórias e uma derrota para Tony Parker e companhia.

Grande parte desse sucesso inesperado – e digo inesperado porque ninguém imaginava que o time fosse reagir assim sem duas peças fundamentais – se deve ao ala-armador Danny Green. Oriundo da North Carolina University, a mesma de Michael Jordan, Green está em ótima fase e vem lidando muito bem com a responsabilidade. Nos quatro confrontos disputados em fevereiro, ele tem média de 18 pontos e quase 60% de aproveitamento nos tiros de longa distância. A diferença é abissal se compararmos seu desempenho atual com o mês anterior. Em janeiro, Danny anotou, em média, oito tentos por noite e acertou 37,9% dos arremessos de três pontos.

Como disse o blogueiro Lucas Pastore em sua última coluna no Spurs Brasil, esse deverá ser o San Antonio Spurs que veremos após as aposentadorias de Duncan e Ginobili. É claro que teremos algumas pequenas mudanças até lá, mas o esboço da equipe está praticamente pronto. Pode ser que tenhamos a sorte de recrutar alguém talentoso nos próximos Drafts, ou que façamos uma troca extremamente vantajosa para nós, mas o rascunho é esse mesmo. Ainda contamos, vale lembrar, com o crescimento de Kawhi Leonard, Nando De Colo e Aron Baynes, além das vindas de Erazem Lorbek, Adam Hanga e Davis Bertans.

Nada mal, né?

Uma resposta para “Pontaria calibrada

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