Spurs olímpico: 4ª rodada

Cá estamos nós novamente para mais um post da série Spurs olímpico. Chegou a vez da quarta rodada do basquete masculino nas Olimpíadas de Londres. Vamos ver como foi o desempenho dos seis jogadores do San Antonio Spurs ao longo do sábado (4)?

  • Resumo da primeira rodada aqui
  • Resumo da segunda rodada aqui
  • Resumo da terceira rodada aqui

Parker se destacou mais uma vez (Foto: Reuters)

Tunísia 69-73 França

  • Tony Parker – 22 pontos (9-13), três assistências e três roubadas
  • Nando De Colo – Seis pontos (2-6), quatro assistências e duas roubadas
  • Boris Diaw – Quatro rebotes, cinco assistências e dois tocos

O duelo – Saco de pancadas do Grupo A, a Tunísia complicou a vida dos franceses e esteve perto de beliscar uma vitória.   O selecionado europeu construiu uma vantagem boa durante a partida, mas deixou os africanos cortarem a diferença no período final e se viu em apuros. Falei isso no texto da terceira rodada e volto a repetir: a França está devendo e precisa jogar melhor se quiser conquistar uma medalha. Com esse basquete acho muito difícil que eles consigam passar de Brasil ou Espanha nas quartas-de-final.

Tony Parker – Dominou o time adversário e foi bastante agressivo enquanto esteve em quadra. Marcou 13 pontos no terceiro quarto e colocou uma diferença confortável no marcador. Enquanto esteve fora, no período derradeiro, viu a Tunísia se aproximar e acabou sendo acionado novamente. Nota: 8

Nando De Colo – Continua abaixo das expectativas, mas foi importantíssimo na hora do aperto. De Colo marcou todos seus pontos no último quarto e ajudou a sacramentar o triunfo dos azuis. Nota: 6

Boris Diaw – Mostrou a qualidade de passe de sempre, mas saiu zerado em pontos e sequer tentou um arremesso em 30 minutos jogados, o que é muito pouco para um dos líderes da equipe. Nota: 5

Splitter jogou pouco, mas foi bem (Foto: Reuters)

China 59-98 Brasil

  • Tiago Splitter – 12 pontos (5-11) e quatro rebotes

O duelo – Um massacre! Essa é a melhor forma de definir a vitória dos comandados de Rubén Magnano sobre a China. Acredito que o Brasil está no caminho certo para brigar por uma medalha. Na última rodada, os brazucas enfrentam a Espanha e definem quem fica com o segundo lugar do Grupo B. Agora observem o dilema: se vencer a Espanha, o Brasil deve encarar a Argentina nas quartas-de-final e os Estados Unidos numa hipotética semifinal. Em caso de derrota, os brasileiros fogem da chave norte-americana e pegam a França nas quartas. Obviamente perder é mais vantajoso, mas será que alguém vai entregar o jogo?

Tiago Splitter – Errou mais do que o costume quando foi acionado, mas demonstrou bastante vontade na briga pelos rebotes (foram três ressaltos ofensivos para o catarinense). Se levarmos em conta que o camisa 15 ficou apenas 12 minutos em quadra, podemos dizer que ele obteve ótimos números. Nota: 7

Mills marcou 39 pontos contra os donos da casa (Foto: AP)

Reino Unido 75-106 Austrália

  • Patrick Mills – 39 pontos (14-22), cinco rebotes e duas assistências

O duelo – A Austrália tomou sufoco no primeiro tempo e foi para o intervalo perdendo por 46 a 36. Na volta do descanso, o time do técnico Brett Brown mostrou serviço e passou o carro sobre os donos da casa. Os australianos ainda têm esperanças de escapar dos Estados Unidos nas quartas-de-final. Para isso, eles precisam derrotar a Rússia nesta segunda-feira (6) e torcer para que o Brasil vença a Espanha por uma confortável margem de pontos (ou vice-versa).

Patrick Mills – Patrick Mills deu show em Londres ao marcar históricos 39 pontos – maior marca do torneio até aqui. Parece que o armador finalmente calibrou a pontaria. Depois de acertar quatro bolas de três pontos em oito tentativas contra a China, Mills converteu cinco arremessos de longa distância em sete tentados diante dos britânicos. Nota: 10

Ginobili foi o garçom argentino diante da Nigéria (Foto: EFE)

Nigéria 79-93 Argentina

  • Manu Ginobili – 13 pontos (3-6), quatro rebotes, oito assistências e duas roubadas

O duelo – Como já era de se esperar, a Argentina bateu a Nigéria com facilidade. Após um passeiro no primeiro tempo, os hermanos tiraram o pé na segunda etapa e levaram o restante da partida em banho-maria. Jogadores que usualmente ficam pouco tempo em quadra, como Facundo Campazzo, Martin Leiva e Frederico Kammerichs, ganharam alguns minutinhos para mostrar serviço e descansar as principais estrelas da equipe.

Manu Ginobili – Acostumado a ser um definidor, Manu Ginobili apresentou seu lado garçom e se concentrou muito mais em passar a bola do que em marcar pontos. Ao todo, o craque argentino distribuiu oito assistências e novamente comandou o triunfo sul-americano. Nota: 7

4 Respostas para “Spurs olímpico: 4ª rodada

  1. Acredito que o Spurs esteja jogando muito bem essa Olimpíada. Nenhum dos nossos jogadores está fazendo feio, e exceto por Diaw e De Colo todos já tiveram seu dia de estrela. Acho que esses dois estão jogando bem, mas com o Tony no time dificilmente terão um dia de estrela mesmo. E o Diaw poderia ser um pouco mais agressivo.
    Acho que é muito melhor do que fazer a pré-temporada normal da NBA.

    • Concordo. Os jogadores do Spurs têm jogado muito bem. Também acho que o Diaw poderia ser um pouco mais agressivo, mas hoje contra a Nigéria, por exemplo, ele já foi bem melhor. De Colo também jogou relativamente bem.

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