Spurs olímpico: 2ª rodada

A segunda rodada do basquete masculino nas Olimpíadas de Londres aconteceu nesta terça-feira (31). Confira como foi o desempenho dos seis representantes do San Antonio Spurs ao longo do dia.

  • Resumo da primeira rodada aqui

Mills tenta bater a carteira de Pau Gasol: sem sucesso (Foto: EFE)

Austrália 82-70 Espanha

  • Patrick Mills – 11 pontos (5-16) e dois rebotes

O duelo – Após um primeiro quarto excelente (19 a 14), a Austrália sentiu o poder de fogo espanhol nos períodos seguintes e perdeu mais uma em Londres. Caso queiram escapar dos Estados Unidos nas quartas-de-final, os comandados de Brett Brown têm que vencer os confrontos restantes nesta primeira fase, incluindo a Rússia, atual líder do Grupo B.

Patrick Mills – A Espanha deu menos liberdade a Patrick Mills e o armador sentiu o peso dessa defesa apertada. Mais uma vez ele forçou arremessos (0-5 da linha dos três pontos) e saiu zerado nas assistências – o que é inadmissível para um armador principal. Nota: 5

Bonito o abraço entre Splitter e Huertas (Foto: Fiba)

Reino Unido 62-67 Brasil 

  • Tiago Splitter – 21 pontos (9-11) e seis rebotes

O duelo – Sofrível: esse é o melhor adjetivo para qualificar o desempenho brasileiro diante dos britânicos. Depois de perder a primeira parcial por 11 a 4 (parece até piada), o técnico Rubén Magnano teve que dar uma chacoalhada nos atletas para eles pegarem no tranco. O Brasil continuou jogando muito mal, é verdade, mas pelo menos fez o suficiente para conquistar um novo triunfo. Na quinta-feira, a partida contra a Rússia deve definir quem ficará com o segundo lugar do grupo.

Tiago Splitter – Finalmente Tiago Splitter jogou bem. O brazuca foi dominante embaixo da cesta e acertou praticamente tudo que tentou (9-11 nos arremessos de quadra). Esse é o pivô que queremos ver: ativo, dominante e chamando a responsabilidade. Nota: 8

Show de Ginobili foi insuficiente para deter a França (Foto: EFE)

França 71-64 Argentina

  • Tony Parker – 17 pontos (4-17) e cinco assistências
  • Nando De Colo – 11 pontos (3-8), quatro rebotes e duas assistências
  • Boris Diaw – Dois pontos, seis rebotes e três assistências

O duelo – No embate mais esperado da noite, franceses e argentinos fizeram um jogo bastante equilibrado. Melhor para os comandados de Vincent Collet, que abriram vantagem logo de cara e asseguraram a ponta até o final. Com a vitória, a França tem tudo para terminar a primeira fase em segundo lugar do Grupo A. Os hermanos, por sua vez, devem ficar em terceiro (se perderem para os Estados Unidos) e têm boas chances de encontrar o Brasil logo nas quartas-de-final. Será?

Tony Parker – Os números até que foram bons, mas Tony Parker ainda precisa melhorar nessas Olimpíadas. Após um primeiro tempo ruim, o armador voltou mais inspirado para o terceiro quarto e atacou bastante a cesta (dez lances-livres tentados e nove convertidos). Apesar dos altos e baixos, acredito que ele pegará no tranco com o passar do torneio. Nota: 7

Nando De Colo – Nando De Colo superou a estreia ruim contra os norte-americanos. Na tábua ofensiva, o ala-armador fez o que se espera dele: acertou três bolas de três pontos em seis tentativas. Assim como Parker, no entanto, o garoto também pode ser mais efetivo, sobretudo no ataque. Nota: 6

Boris Diaw – Boris Diaw é aquele tipo de jogador que pode sair zerado de quadra e mesmo assim ter ido bem. Diante da Argentina, o ala-pivô anotou apenas dois pontos, mas marcou presença na briga pelos ressaltos e movimentou muito bem a bola ofensivamente (como de costume). Se melhorar nos arremessos pode fortalecer ainda mais esse time francês. Nota: 6

Manu Ginobili – Depois de chegar perto de um triple-double na primeira rodada, Manu Ginobili continua em alta. O argentino foi o cestinha da partida com 26 pontos (a maior parte deles conseguida no segundo tempo), mas nem o ótimo desempenho foi suficiente para brecar o ímpeto dos europeus. Nota: 8

11 Respostas para “Spurs olímpico: 2ª rodada

  1. Como torcedor do Spurs, acredito que essas Olimpíadas são uma excelente forma de deixar nossos jogadores em ritmo de jogo. Acho que nenhum time tem tantos jogadores em Londres quanto o San Antonio. Pelo menos não na NBA.

    • Concordo, mas pode ser meio cansativo também. Os caras vao acabar ficando com pouquíssimo tempo de férias. Pra um jogador como o Manu Ginobili acho que pode fazer falta…

    • Eu não achei surpreendente não, Rivo. A França tem um ótimo time, tanto que é a atual vice-campeã europeia.

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