Análise do Spurs nas Olimpíadas de Londres

Parker, Mills e Splitter: amizade só até domingo!

O torneio masculino de basquete dos Jogos Olímpicos de Londres começa neste domingo (29). Nosso San Antonio Spurs estará representado por seis jogadores: Tony Parker, Boris Diaw e Nando De Colo, da França, Manu Ginobili, da Argentina, Patrick Mills, da Austrália, e Tiago Splitter, do Brasil. Será que esses atletas têm chances de conquistar uma medalha? É o que vamos analisar neste artigo a partir de agora. Antes, contudo, vamos conhecer as chaves do campeonato.

  • Grupo A: Argentina, Estados Unidos, França, Lituânia, Nigéria e Tunísia
  • Grupo B: Australia, Brasil, China, Espanha, Reino Unido e Rússia

Tiago Splitter – Brasil Brazil

Splitter em Londres – Tiago Splitter é uma das principais referências dessa forte equipe brasileira. Bom defensor, o pivô também terá que se fazer importante na tábua ofensiva, já que o elenco de Rubén Magnano carece de um definidor nos momentos de aperto. 

O Brasil em Londres – Dos dois grupos olímpicos, o Brasil caiu no mais tranquilo. Essa facilidade inicial, no entanto, pode ter reflexos perigosos, isso porque o adversário das quartas-de-final certamente será uma pedreira. Caso os brasileiros fiquem com o segundo lugar do grupo, atrás apenas da Espanha, há grandes chances de encararmos Argentina ou França já na fase seguinte. Na melhor das hipóteses, os brazucas enfrentariam a Lituânia, que também tem um bom time, mas abaixo dos citados anteriormente, e na pior das hipóteses pegaríamos os Estados Unidos.

Chances de medalha – Detesto aquele patriotismo exacerbado que toma conta do país durante eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas, mas dessa vez o Brasil realmente tem chances de conseguir uma medalha. O ouro e a prata ainda têm cara de sonho, mas o bronze é uma realidade e pode sim ser conquistado.

Manu Ginobili – Argentina Argentina

Ginobili em Londres – Manu Ginobili é o grande líder da Argentina e será o responsável por trazer mais uma medalha para o nosso país vizinho. Vale lembrar que nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, os argentinos desbancaram os norte-americanos e levaram o ouro para casa.

A Argentina em Londres – Jogadores como Andrés Nocioni, Luis Scola, Pablo Prigioni e o próprio Ginobili envelheceram desde 2004 e já ultrapassaram a casa dos 3o. Esse será o último suspiro dessa brilhante safra de craques que surgiu na Argentina. A primeira fase deverá ser fácil para os hermanos, mas um hipotético confronto contra Brasil, Espanha ou Rússia nas quartas pode colocar um ponto final no sonho olímpico.

Chances de medalha – Ninguém duvida da capacidade dos argentinos de subir ao pódio. Força eles têm, mas a idade avançada de suas principais estrelas pode pesar durante o mata-mata.

Patrick Mills – Australia Australia

Mills em Londres – Ao lado de Joe Ingles e David Andersen, Patrick Mills é o atleta mais conhecido do time australiano. Muito rápido e com uma pontaria afiada, o baixinho deverá dar trabalho no Grupo A.

A Austrália em Londres – Os australianos, comandados pelo técnico Brett Brown, assistente de Gregg Popovich no San Antonio Spurs, chegam à terra dos Beatles desfalcados de seu principal jogador, o pivô Andrew Bogut. Ainda assim, Patty Mills e companhia podem tirar pontos importantes dos favoritos Brasil e Rússia para fugirem de um duelo contra os Estados Unidos logo nas quartas-de-final.

Chances de medalha – A Austrália tem tudo para chegar à segunda fase, mas deve ser eliminada nas quartas mesmo que consiga escapar dos norte-americanos.

Tony Parker, Boris Diaw e Nando De Colo – França France

O trio em Londres – Tony Parker dita o ritmo do time francês e todas as bolas passam pelo seu crivo no ataque. Boris Diaw é a principal referência embaixo da cesta e também pode jogar longe dela para aproveitar seu bom arremesso de média distância e sua excelente qualidade de passe. Nando De Colo, por fim, é o nome do momento na França. Jovem, habilidoso e bom de mira, o garoto é uma das esperanças azuis nessas Olimpíadas.

A França em Londres – O elenco francês é recheado de ótimos atletas e deve avançar às quartas-de-final sem dificuldades. No mata-mata, os europeus torcem para escapar de embates contra Brasil e Espanha, preferindo Rússia, Austrália ou China.

Chances de medalha – A França tem que se esforçar para vencer a Argentina na primeira fase e se classificar em segundo lugar no Grupo B. Caso sejam derrotados pelos hermanosos franceses devem pegar um oponente mais forte nas quartas. Ainda assim, Tony Parker e companhia têm força suficiente para derrubar espanhóis ou brasileiros. É uma das minhas equipes favoritas a conquistar o bronze, mas pode beliscar a prata.

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